Dia 75 Vendido T2 em Gaia e reservado T2+1 na Maia

Durante um ano, estivemos a promover uma casa no Porto. A casa estava a um valor estupidamente desajustado ao mercado, mesmo assim, decidi optar pela angariação. A minha esperança: provar aos meus clientes que apesar do meu trabalho profissional, o mercado não reagia favoravelmente, daí seria necessário ajustar o preço. Há clientes e clientes. No âmbito desta casa, os meus clientes são “cabeça dura”. Assiste-me o direito de querer partir pedra. Assiste-lhes o direito de não a deixarem partir. Faz parte do jogo. Resultado, passou 1 ano e não consegui obter o comprador. Passou mais meio ano e a casa continua à venda. O meu papel no presente: manter o namoro com os meus clientes, de modo a que a volte a angariar, desta vez, a um preço que faça sentido. Um dos meus papéis no passado: angariações, levam a angariações.

Em julho de 2019, uma senhora ligou-me a pedir informações sobre esta casa. Após uma breve qualificação ao telefone, percebemos ambos que a casa não era para ela. Percebi que esta senhora, insatisfeita com o apoio de uma imobiliária, estava a vender um apartamento T2 na Madalena, Vila Nova de Gaia. Após algum acompanhamento por telefone (há quem lhe chame seguimento), em novembro reunimo-nos e estipulamos o objetivo do meu trabalho. Havia duas fases: a primeira, a venda do apartamento da senhora; a segunda, de seguida arranjar um novo apartamento (numa outra localização). Nesse dia, assinamos o contrato de mediação imobiliária de venda, em janeiro de 2020 foi lançada a promoção, 15 dias depois assinado o contrato-promessa, por fim, ontem realizámos a escritura.

Angariações, levam a angariações. No âmbito daquela casa, esta foi apenas uma das três angariações conseguidas. Duas estão vendidas.

Também ontem, concretizamos outro contrato-promessa, desta vez de um apartamento T2+1 em Vermoim na Maia. Este apartamento entrou no mercado dia 22 de janeiro de 2020.

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