Dia 143 Tocar e fugir

Como qualquer rapaz que brincava na rua (bons tempos), recordo-me de uma brincadeira que gostava de vos partilhar: quando tinha cerca de 11/12 anos, eu e os meus amigos passávamos junto a uma torre; como bons rufias que éramos, tocavamos às 40 e tal campainhas e, logicamente, fugíamos. Sem darmos conta, o nosso passatempo era fazer perder tempo as pessoas.

No âmbito de uma visita a um imóvel que promovamos, se bem que o visitante não seja obrigado a comprar, sou de opinião que o mesmo deve-a fazer com objetividade de compra, salvo exceções, não andar a sondar por sondar.

Nós consultores devemos ter a capacidade de, por um lado separar o trigo do joio, por sua vez, informar o visitante/comprador de como agir caso o imóvel vá de encontro aos seus interesses.

O formulário para formalizar uma proposta é importantíssimo e muitas vezes, documento para ficar na mão do visitante.

Naturalmente sem precipitações, mas se o visitante não for preparado para o fecho, arrisca-se a interessar-se pelo imóvel, engonhar, e por apatia perder o mesmo para outro.

Junte-se à discussão

Compare as listagens

Comparar