Dia 161 Pescadinha com o rabo na boca

Em fevereiro estávamos a promover um apartamento na freguesia de Guifões, concelho de Matosinhos, e ligou-nos um casal. Em consequência dessa chamada telefónica tivemos uma reunião na casa deles. “Queriam” vender a sua casa. Ontem tivemos uma segunda reunião, de novo na casa, de novo não chegamos a conclusão alguma.

Este cliente, semelhante a tantos outros, é o cliente pescadinha com o rabo na boca. Só vende se comprar o novo lar, e só compra se tiver o dinheiro proveniente da venda.

Qual é sempre a minha sugestão? Aquela que escrevi no dia 157 deste diário, isto é, primeiro colocar à venda o imóvel com 3 condições: a primeira, decidir o preço que justifique a transação, e só se fecha se for conseguido; a segunda, o sinal necessário para sinalizar o imóvel a comprar; a terceira, o prazo para a escritura que sugiro sempre longo (120 dias), isto para que os vendedores possam fazer a procura e transição com tranquilidade.

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