Dia 234 Cláusula Avaliação Bancária

Para se comprar um imóvel através de financiamento bancário, existe a necessidade do comprador ter algum capital próprio. Esta necessidade existe porque, por um lado, é necessário cobrir a restante % que o Banco não financia (normalmente o Banco financia entre 80% e 90%); por outro, é necessário pagar as despesas associadas (impostos IMT e IS, custo da escritura e despesas relativas ao processo bancário).

Acontece que, em determinados casos, os compradores têm o capital necessário no limite. Exemplo: só têm os 10%, mais o valor das despesas.

Um parêntesis: o financiamento é concedido mediante 3 pressupostos, a “saúde financeira” do comprador (taxa de esforço), o valor da escritura, e o valor da avaliação bancária.

Enquanto Consultores Imobiliários que orientam os compradores, assim que passem para a elaboração de uma proposta de compra de um imóvel, têm o dever de salvaguardar o seu cliente, com a condição de que a avaliação será no mínimo igual ao valor da escritura.

Caso o vendedor aceite a proposta da forma como lhe foi apresentada, esta condição deverá ser redigida em contrato-promessa.

Caso o vendedor aceite o valor, mas não a cláusula, o imóvel mantém-se no mercado, contudo facultamos a documentação do imóvel ao interessado. Consequentemente, o interessado requer a avaliação bancária. Saído o resultado da mesma, ou desiste, ou avança para o contrato-promessa.

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