Dia 243 A vaca do meu tio – Parte 2

(continuação do dia de ontem)

No âmbito do se ser Consultor Imobiliário, existem vários níveis de faturação. Há os que faturam pouco, há os que faturam muito.

Salvo raras exceções, os que mais faturam são aqueles que já têm uma equipa formada. Um exemplo: há um Consultor Imobiliário da ZOME, que tem uma equipa com cerca de 20 elementos. Outro exemplo: a minha equipa é constituída por 3… já vai faturando alguma coisa.

No processo de criação de equipa, dou por mim a investir (muito) do meu tempo na formação da mesma. A consequência desta dedicação é inevitável, a curto prazo um “desleixo” nas tarefas de prospeção para angariar, a mais importante de todas. Sinto uma redução nas angariações e isto não pode acontecer.

Um desabafo: dou por mim a questionar o que aconteceria se optasse por não criar equipa. Questiono se não seria mais positivo, mas chego sempre à mesma conclusão: não sei. Como não sei, sigo com a ideia de a formar. Quem sabe, um dia não estarei a gozar a minha reforma de cocktail na mão, numa praia cheia de palmeiras, a colher os dividendos e a agradecer-lhes a eles, aos elementos da minha equipa, e a outros eles, os nossos clientes…

Para quem leu o texto de ontem, a segunda frase: “um passo de cada vez, mas sempre para a frente”.

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