Dia 537 Reservada Casa T3 em S. Pedro da Cova, Gondomar

Em julho de 2020, demos início à promoção de uma casa no concelho de Valongo.

A casa teve várias visitas, mas o aspeto exterior da mesma, deixava a desejar. No momento da verdade, essa imagem acabava sempre por retrair o interesse dos potenciais compradores. O preço exigente não ajudava à festa.

O nosso contrato de mediação era de 9 meses. Próximos dos 9 meses, fruto de não termos conseguido o comprador, os nossos clientes vendedores, optaram por não renovar o contrato de mediação. Estavam no direito deles.

Porque sentia que o imóvel estava a ter visitas, porque sentia outras variáveis, pedi autorização a que o nosso contrato fosse prolongado por mais 3 meses. Os vendedores aceitaram. Oxalá não tivessem aceitado…

Ao décimo mês, em partilha com um colega da ZOME, finalmente, encontrámos “o comprador”. Feito o fecho do negócio entre as partes, no momento da elaboração do contrato-promessa, começo a sentir areias da parte dos meus clientes. Só nesse momento, 10 meses depois de estarmos a trabalhar afincadamente, no âmbito da aquisição de outro imóvel, decidiram consultar a Banca e a Banca corta-lhes as pernas.

Houve outras pernas que foram cortadas também.

Em agosto de 2020, no âmbito dessa casa recebemos o contacto de um casal interessado em saber mais informação. Após uma breve qualificação, a visita a essa casa não era pertinente e acompanhámo-lo noutras visitas.

Ontem, um ano depois desse primeiro contacto, este casal assinou o contrato-promessa de uma casa cuja angariação é de uma imobiliária parceira.

Finalmente fizemos render os 10 meses de trabalho naquela casa.

Parabéns ao Moisés por ter bem conduzido a relação com este casal.

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