Dia 641 Reservado Apartamento T2 ao Arrábida Shopping, VNG

Como em todas as profissões, ocorrem factos insólitos.

Deixo-vos um exemplo: há 3 anos, no âmbito da visita a um apartamento, eu, um colega da ZOME, o angariador, e um casal, meus clientes que o iam visitar, estávamos a subir de elevador até ao 4º andar, o do apartamento, e de repente, o elevador parou. Era um elevador pequeno, cuja capacidade máxima era para 4 pessoas (acontece que duas delas tinham barriga, sendo uma delas de nível superior). Pela primeira vez, única até ao momento, percebi o propósito do botão do intercomunicador. 45 minutos depois surge o Piquete, e em poucos segundos resolve a situação. 30 minutos depois a visita ao apartamento terminou, e o resultado acabou por ser o esperado, o casal optou por não avançar para a compra. Culpa do elevador?!

Outro exemplo: há uns meses, identificámos um apartamento para vender em Vila Nova de Gaia. Depois de uma conversa com os proprietários, colocámos o apartamento no mercado. As semanas foram passando… há uns dias recebo o telefonema da filha, residente no apartamento dos pais. O teor do telefonema era simples: a filha queria comprar o apartamento aos pais, e precisava da nossa ajuda no processo, nomeadamente na obtenção de Crédito Habitação, entre outros. Em suma, vender um imóvel ao residente do mesmo nunca nos tinha acontecido, será que voltará a acontecer?

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