Dia 667 Se cais, levantas-te – Parte 1/2

Há 3 anos e pouco, promovi a venda de uma casa cujo valor anunciado era quase, quase, metade de um milhão. Com pouco mais de um ano de Imobiliário, caso arranjasse o comprador para a mesma, iria conseguir uma excelente comissão, a maior até então.

Após meia dúzia de visitas, uma Sra. (viria a perceber depois que estava apaixonada, mas já lá vamos…), ligara-me a pedir uma visita.

Durante o telefonema, e após algumas perguntas da minha parte, nomeadamente para eu perceber se ela assimilou as características do imóvel (não queiram saber a quantidade de pessoas que nos pedem visitas, apenas com a visualização da primeira fotografia), por sua vez de despiste/qualificação financeira da interessada, lá agendamos a visita.

Um aparte importante para o enredo: a visita aconteceu, porque a Sra. me transmitiu que tinha “o dinheiro” para sinalizar, e passado x meses iria receber “a herança” que permitiria a operação.

A visita correu bem…

Dias depois, conforme combinado com a Sra. ocorreu a segunda visita, visita que seria uma surpresa para o companheiro. Recordo-me bem de eu ajudar a Sra. a montar a surpresa. Era mais ou menos assim: ela dizia ao companheiro que iam dar um passeio junto à praia, e o piloto automático do carro os levaria precisamente à morada da casa.

Estava Sol. De novo guiei a visita, ou melhor, na verdade ela é que a guiou. Os corações planavam… e eu todo contente… até eu os conseguia ver por toda a casa…

(continua amanhã…)

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