Dia 668 Se cais, levantas-te – Parte 2/2

(…continuação do texto de ontem)

Terminada a visita, a Sra. ficou de me dizer algo nos próximos dois dias. Ela precisava namorar um pouco mais o assunto, na verdade estávamos a falar de um investimento de quase meio milhão.

De namoro em namoro, chegou o veredito. A Sra. queria fazer uma proposta. Proposta feita, e após um pequeno jogo de ténis entre as partes, fechámos o negócio.

Contrato-promessa assinado, e de forma a dar tempo à herança chegar, a escritura seria realizada nos próximos 120 dias. Tudo normal e bem encaminhado até aqui.

Acontece que, as semanas passavam e a Sra. nada dizia… não vou entrar aqui em pormenores técnicos, mas sucintamente a tal herança acabou por não cair, ou melhor na verdade caiu, depende da perspetiva.

Negócio desfeito, expetativa gorada e primeira lição imobiliária aprendida: conta com o negócio feito, após a escritura.

Segunda lição: Daquele dia em diante, nunca mais perdi negócios, quando muito, acabava sim por não os ganhar.

Terceira lição: Há uma frase que consiste mais ou menos nisto: “Uma das nossas maiores glórias não é nunca cairmos, mas sim a forma como nos levantamos depois de cada queda.”

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